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Refugio

fevereiro 22, 2011

O céu? Ele estava repleto de bolinhas que brilhavam no escuro. Já disse que invejo o céu? Pois é, não importa se é lua ou sol, o céu esta rodeado das mais bonitas “estrelas” do céu… Entendeu o motivo da inveja? Me diz uma vez, que você chorou, sentiu raiva, mordeu o proprio braço, por estar solitário, mesmo tendo muito “amigos” ao lado. Me diz? É… Foi como eu pensei
Não é que eu seja exigente, ou nada parecido, mais eu preciso de uma pessoa que fique do meu lado, que seja meu refugio, acho que é essa palavra, que descreve a pessoa que eu desejo. Alguém ai para me ajudar? Alguém ai para se candidatar? Alguém ai para me amar? Amar? Será mesmo a questão, um jovem besta apaixonado? Um jovem que não vê que esta a sua frente, o jovem que esqueceu dos seus antigos refúgios, seus antigos amigos, esqueceu de tudo!
As estrelas, lá no céu, brilhavam cada vez mais, como se tivessem zombando de mim, será? será mesmo? – Estava enlouquecendo – Não preciso de nenhuma “love story” só de alguém aqui do meu lado, que eu possa deitar no colo, e sonhar eternamente! Quero alguém para dizer “Me abraça forte,e não precisa dizer mais nada”, alguém para amar intensamente. Não sei se é isso, mais é como se minha parte espiritual implorasse por você, implorasse pelo seu beijo.

Caio Henrique Coelho

Primeiro Post!

fevereiro 21, 2011
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Imagem retirada do meu Flickr

 

Olá, aí vai o primeiro post do meu novo blog, quer dizer, não é bem novo post, porque colocarei um texto antigo, e o nome dele é “Conchas e Lágrimas”, lêem e comentem… Há! Para quem quiser ler os textos mais antigos, é só clicar em Just a Little cup of Coffee.

 

” Novamente eu estava ali, onde eu sempre queria estar. A beira da praia, pegando as mais lindas conchas. Já tinha lido aquele livro mais de mil vezes, duas “peças” de um jogo fútil, que correm contra o tempo, que não ligam para a opinião de ninguém ao redor, dizem viver um perfeito amor. Mais quem são eles? Quem são eles para dizer o que é um perfeito amor? Só sei que não desejo o amor a ninguém, pelo não desejo o a amor ruim a ninguém, aquele amor que não é correspondido, aquele amor amargo, aquele amor… É você me entende.

Continuei a andar pela beira da praia, com os meus pés molhados, daquela agua gelada, do fim de tarde. O sol ia se escondendo, como eu, ele estava sempre longe daquela que o amava, mais um dia, um dia raro, como nenhum outro, sua linhagem ia ser perfeita, como um beijo perigoso, um beijo perigoso de Romeu & Julieta. Eu conseguia esconder, mais isso, agora, era o que eu mais queria, uma “linhagem perfeita”. Com o balde cheio de conchas, que reluziam ao luar, eu estava voltando, com mais uma coleção, uma coleção diferente de todas, a coleção de lágrimas.”